Gêneros Literários




Gêneros Narrativos





Romance - É a narração  mais conhecida, além de ser a preferida entre os leitores. A estrutura desse tipo de narrativa é complexa, já que não acomoda apenas um núcleo, mas várias tramas se desencadeiam durante a narração da história principal.



Todo Romance se organiza a partir de uma trama, ou seja, em torno dos acontecimentos que são organizados em uma sequência temporal. A linguagem utilizada em um Romance é muito variável, vai depender de quem escreve, de uma boa diferenciação entre linguagem escrita e linguagem oral e principalmente do tipo de Romance.





Romance Policial - É uma categoria literária estruturada em torno da ocorrência de um assassinato, das indagações, pesquisas, inquirições de testemunhas e, finalmente, da descoberta do criminoso. Todo o enfoque do autor recai sobre o mecanismo de desvendamento dos segredos envolvidos no crime, levado a cabo normalmente por um detetive profissionalizado ou de natureza amadora.



A ficção policial é povoada por ingredientes como o temor, o inexplicável, a pesquisa dos dados que cercam o crime, a inquietação intelectual diante dos fatos, a perplexidade, a sede de descobrir o criminoso e os motivos que o impulsionam a cometer o ato ilícito, todos convenientemente combinados nas devidas proporções, conforme o estilo de cada escritor e seu contexto. O modelo tradicional se apóia na total verossimilhança, o que leva investigadores como Sherlock Holmes a buscarem a contribuição da própria Ciência em sua obsessiva procura da verdade.





Romance psicológico - Tem como principal característica a imersão nas razões dos motivos, escolhas e ações dos seres humanos, no fluxo inconsciente das memórias que passa a determinar o comportamento dos personagens. Ao contrário de outros tipos de romance, onde o ambiente sociocultural é fator crucial para o desenvolvimento da trama, o psicológico apega-se à análise das decisões e motivos íntimos.



Na literatura inglesa, um clássico do romance psicológico é O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights), de Emily Brontë, escritora britânica. Em suas páginas, a autora apresenta um imenso campo em que podem ser feitas interpretações das instâncias psíquicas dos personagens (superego, id e ego).





Fantasia - É um gênero de arte que usa a magia e outras formas sobrenaturais como o elemento principal/primário de uma história. Este gênero é geralmente distinguido de Ficção Científica e horror pelo aspecto geral, atmosfera e pelos temas de cada autor individual, embora haja uma grande sobreposição entre os três (conhecidos no seu conjunto por Ficção especulativa). De modo geral, o termo fantasia cobre trabalhos de escritores, artistas e músicos, desde mitos e lendas até obras mais recentes, conhecidas por uma vasta audiência.

Como noutras formas de ficção especulativa, os acontecimentos e ações na literatura fantástica muitas vezes diferem daqueles possíveis na realidade. Em muitos casos, especialmente em trabalhos mais antigos, mas também em muitos modernos, isto é explicado por uma intervenção divina, mágica, ou de outras forças sobrenaturais. Noutros casos, mais frequentemente em trabalhos de História, na chamada High Fantasy, a história pode acontecer num mundo fantástico, que é completamente diferente do nosso, completado com leis distintas da natureza que permitem a magia.



Ficção científica - Costuma ser definida como um gênero literário que engloba histórias fictícias, mas que se propõem a fantasiar sobre algo possível, mesmo que não o seja no presente. Entretanto, a ficção científica pode estar presente em histórias, filmes, livros e etc. que pertencem a outro gênero como romance, terror, ação. Basta considerar os sucessos de Hollywood como Alien e Predador classificados como filmes de terror, mas que apresentam muita ficção científica.



Infanto-Juvenil - Segmento da literatura dedicado exclusivamente aos adolescentes e às crianças, a literatura infanto-juvenil apresenta obras de cunho fictício juvenil e infantil, folclórico e cultural, poema, novelas, biografias e obras didáticas que explicam de forma simplificada assuntos cotidianos como a matemática, ciências, entre outros temas.



De acordo com matéria publicada na ABL (Academia Brasileira de Letras) “a literatura infantil é a porta de entrada na formação de um público leitor quando adulto. O costume da leitura desde pequeno, somado ao incentivo da família e da escola, é a primeira etapa para a formação de um cidadão culto e crítico em relação à sociedade que o rodeia”.



Neste aspecto, podem ser incluídas as histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, criadas por Maurício de Souza e que tem personagens idolatrados pela garotada como Cebolinha, Mônica, Papa-Capim, Magali, Cascão, Franjinha, Do Contra, Nimbus, entre outros.





YA Young Adult (jovem adulto) - Hoje um novo gênero literário ganha cada vez mais espaço nas prateleiras das livrarias e no foco de várias editoras – a literatura YA ou Young Adult, jovem adulto no idioma português. Há bem pouco tempo atrás era usual afirmar-se, mesmo em países como os Estados Unidos, que a maior parte dos jovens não tinha o hábito da leitura.



Os livros deste gênero são direcionados particularmente à faixa etária que vai dos 18 aos 25 anos, estágio que sucede o da adolescência, embora eles contemplem também outros leitores. Resta aos escritores brasileiros se aventurarem nessa área e competirem no mesmo patamar alcançado pelos escritores norte-americanos.





Suspense - Envolve uma sensação de hesitação ou impaciência diante dos desdobramentos de certo evento. Este recurso está normalmente ligado à impressão do leitor durante a leitura de uma narrativa que envolve elementos dramáticos. Mas este instrumento não é utilizado unicamente pela literatura; ele pode estar presente nos contextos que apresentam a probabilidade da ocorrência de um mega acontecimento ou em um instante de alta emoção. Nesses casos a tensão é o sentimento predominante.



Seguindo esse ponto de vista, pode-se dizer que o enredo misterioso contrapõe-se à história nítida e organizada. De qualquer forma, deve-se ter em mente que o suspense não é apenas um ingrediente da ficção, de produções cinematográficas hollywoodianas ou de romances policiais. Ele está também onipresente nos romances convencionais.





Trilogias - Termo que procede do idioma grego, tem o significado de uma produção artística, seja ela literária, no campo da música, do cinema, e algumas vezes se estende a uma esfera científica segmentada em três partes. Elas estão vinculadas entre si, porém podem tanto ser consideradas como uma obra singular quanto como três criações distintas.



Na esfera literária as séries se tornaram uma febre, especialmente entre novos autores. Muitas delas se configuram como trilogias e algumas renovam depois o sucesso na forma de película cinematográfica. É o caso da série Beautiful Creatures, composta por Dezesseis Luas; Dezessete Luas; e Dezoito Luas, das escritoras Kami Garcia e Margaret Stohl. Algumas fazem tanto sucesso que começam como trilogias e acabam se estendendo, compondo uma saga, às vezes a pedido do próprio leitor.

 

 Gêneros Dramáticos

A modalidade dramática teve início na Grécia Antiga, possivelmente em festas realizadas em honra de Dionísio, deus do vinho. As obras que se filiam a este gênero são especialmente criadas para serem exibidas em montagens teatrais. Hoje é mais complicado distinguir um drama de outro gênero da literatura, pois se generalizou a prática de converter qualquer produção literária em roteiro para apresentação nos palcos.


Farsa - Tende para o cômico; a ação é corriqueira e se baseia na rotina diária e no ambiente familiar. 

Tragédia - Reproduz um evento trágico e tem por fim suscitar piedade e horror.

Elegia - Louva a morte de uma pessoa; este evento é o ponto central da peça. Exemplo: Romeu e Julieta, de Shakespeare.

 

É claro que existem muitos outros gêneros, citei aqui os que creio são os mais são lidos (pelo menos por mim). E quem quiser dar uma conferida nos outros gêneros é só clicas nos links das fontes.

Fontes:  http://www.infoescola.com e http://pt.wikipedia.org

 Beijos Fê!

 

4 comentários:

  1. Eu acho que gosto de todos, desde que a história me pegue de jeito... adoro romances, mas tb curto aventura e fantasia... sei lá, policial também é uma boa pedida...ou seja, não tenho um tipo definido de preferência
    bjs

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    1. Oi Re...

      Eu acho foi ótimo kkkk, a gente fica confusa no meio de tantas opções boas né? eu gosto de quase todos também, só não gosto de terror, mas se tivesse que escolher um genero seria o policial, foi o primeiro que comecei a ler quando ia em bibliotecas, me apaixonei pelo Sheldon e ai já viu? mas adoro romance, fantasia rsrs.
      Mas como eu disse uma opção fica dificil ainda mais hoje no meio de tantos bons, temos que ler um pouco de tudo mesmo, ai depende de como estamos nos sentindo no momento também né? rsrs

      Beijos

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  2. Oi Fê!
    Gosto um pouquinho de cada gênero. Mas nem sempre curto os livros muito dramáticos, isso me lembra um pouco John Green e seu estilo de livros. rsrs
    Tais que não sou mto fã.
    Adorei o post. Serve pra tirar as dúvidas de muitos leitores que às vezes desconhece o gênero que está lendo.

    Bjs bjs bjs Mih!
    Paradise Books || @ParadiseBooksBr

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    1. Oi Mih.

      Ah eu não gosto muito de drama, choro demais, rsrs, de vez em quando é bom, mas sempre eu não consigo, mas de vez em quando são bons, mas bem de vez em quando. De Green só li A Culpa e achei até que suportável, rs.
      Se for por estilo, eu prefiro os policiais, amo todo enredo com crimes e detetives desvendando, rs. Mas gosto muito de romance também.
      Obrigada! as vezes até que fico confusa com tantos gêneros novos que vem surgindo no mercado.

      Beijossss

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