{Especial Mês Das Crianças} Minha Infância - Escritora Mari Scotti

E hoje mais um especial.

Dessa vez com a querida Mari Scotti. 
A Mari escreve histórias maravilhosas e sua relação com os fãs é de uma amizade linda. Tanto que ela tem que ouvir as  cobranças, já que as vezes ela esquece que precisa escrever para acalmar nossos corações e resolve tirar uma "folga" e ficar lendo. Vejam se pode isso?
Tudo bem sejamos fãs bonzinhos, tudo bem ela pode ler sim, mas antes disso ela precisa terminar suas histórias, rs.

Então conheçam um pouco mais da Mari:


A Mari é a garota de roupa listrada!




Bem, a Karol Zepon me deu uma tarefa complicada, falar sobre a minha infância. O problema não são as poucas palavras, mas o que dizer. Fui criada para ser adulta muito cedo, pois os conceitos com que vivemos são bem fortes e maduros para uma criança, então não sei se tenho muito a contar. Com cinco anos de idade já era responsável por meus irmãos mais novos, cantava na igreja, orava pelos membros e curava através da oração. Esta criação peculiar me fez ser quem sou hoje e eu agradeço aos meus pais por terem sido firmes, pois mesmo sendo difícil ter de ser adulta tão cedo – principalmente por ser a primogênita –, eu tenho orgulho de ter sido muito bem educada. 


Contudo, mesmo com toda essa carga, sempre fui uma criança divertida e feliz. Minhas melhores lembranças aconteceram em Tambaú, uma cidade no interior de São Paulo, onde meus pais pastorearam uma igreja. Lá eu brincava nas ruas de terra, ficava até tarde fora de casa porque não era perigoso e ainda podia ir para a escola de bicicleta e voltar de ônibus, deixando meus irmãos carregarem a bicicleta para mim, com a desculpa da asma haha. 


Lembro como se fosse hoje que meus primos, tias e tios foram nos visitar em um final de ano e era época de manga. Meus primos logo quiseram atacar os manguezais que tinham perto de nossa casa e encontraram um “lago”. A tarde estava quente e quase todos os paulistas foram para lá, sem acreditar em como o “povo do interior não aproveitava daquele lago”. Eles nadaram a tarde toda e eu fiquei só assistindo. A única das crianças que não entrou no lago, pois confesso, eu estava com medo porque não sei nadar.


Depois de alguns dias, percebemos os vizinhos rindo da gente e aí meu pai descobriu que éramos a chacota da vez, porque meus primos, tios e tias nadaram no foço da cidade! Ficaram conhecidos como os paulistas do foço! Hahaha. 


Tiramos sarro deles até hoje sobre isso.


E aí, gostaram?


Beijos, Mari Scotti
 

E ai pessoal gostaram?
Eu confesso que ri demais com a história. Sorte a dela ter sido a única que não entrou no lago rs.
Espero que vocês tenham gostado... e aprendam a tomar cuidado quando visitarem uma cidade do interior... rs.

E conheçam mais da Mari:
Facebook

Beijosss







3 comentários:

  1. Haha gente, adorei a matéria. A outra menina é minha irmã, Priscila.
    Obrigada pela oportunidade Karol!
    Beijão, Mari Scotti

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  2. Esse especial está sendo maravilhoso, a cada história fico relembrando minhas travessuras da infância e da pré-adolescência. Enfim adorei conhecer um pouco mais a autora e que mico seus parentes passaram.
    Beijos

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