{Resenha} 172 Horas na Lua, de Johan Harstad

O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.
Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 - um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.
Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviando mais ninguém à Lua.
Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer...
Prepara-se para a contagem regressiva.
 Cortesia da Editora Novo Conceito * 2015 * 288 páginas * Classificação: 3,5/5

Fala, galera! Tudo bem com vocês? Comigo, tudo ótimo!
Vamos à resenha de hoje?!?

Cuidado! Pode conter spoiler!
Imaginem a estória de A Fantástica Fábrica de Chocolate. Agora imaginem que Willy Wonka guarda um terrível segredo e que os Oompa-Loompas não são nada amigáveis. Com isso, podemos entrar na estória desse livro acima.
A NASA resolveu voltar à Lua devido a n fatores e, para "chamar atenção", resolveram levar três adolescentes: a norueguesa Mia Nomeland, a japonesa Midore Yoshida e o francês Antoine Devereux, que foram escolhidos através de um sorteio com inscrição online.
Mia é uma estudante que mora com os pais, tem um irmão mais novo e é a vocalista e compositora de uma banda que participa com as melhores amigas. Seu maior sonho é levar a banda à fama internacional e viver da música. Dos escolhidos, foi a única que não se inscreveu; seus pais realizaram sua inscrição.
Midore não quer ficar presa a seus pais e à cidade; sonha em fazer como a irmã: mudar de continente. Quando vê a propaganda da NASA, não pensa duas vezes e arrisca para alcançar sua tão sonhada liberdade.
Antonio acabou de sair de um relacionamento contra sua própria vontade. Quando deseja ficar o mais longe possível de sua ex, descobre a campanha espacial. E há como ficar o mais longe possível?
Até aí, não há suspense nenhum no livro e eu estava lendo sem problemas. Mas, quando chega às vésperas do embarque para os EUA, meu problema começou. Não sei vocês, mas eu sonho com a estória que estou lendo  quando me empolgo muito e devoro as páginas. Ou seja, como estava tendo uns sonhos sem pé nem cabeça, não pude abusar do bem senso e li em doses homeopáticas.
Tudo começa quando o francês vê um avião cair em um lago. Detalhe: só ele vê. Midore tem uma estranha "conversa" com uma desconhecida no banheiro, no estilo da lenda d'A Mulher de Branco. E Mia? Bem, Mia resolve andar pelo Central Park e algo acontece com a jaqueta de um morador de rua. Sem falar que há um senhor em um asilo que sabe muito, mas não lembra; e sua memória começa a trabalhar inconscientemente. Para deixar tudo mais emocionante, há fotos que deixam o livro mais real. Não vou contar muito para não dar muitos spoilers.
A preparação para a viagem espacial ocorre sem problemas e a partida é tranquila com um lançamento visto por muitos.
Em solo lunar, a coisa começa a complicar e você deseja saber o que está acontecendo, não querendo mais largar o livro. Eu torcia por cada um, e cada derrota (e morte) me deixava extremamente brava. No final, estava mega contente com a Mia; até o autor praticamente jogar na minha cara que ei estava errada.
Sinceramente? Não acredito que haja vida na lua ou qualquer outra coisa que livros e filmes dizem; devido há fatos científicos, acho complemente improvável ter algo no lado escuro do nosso satélite. Mas a estória estava legal, até o final acabar com tudo. Achei meio sem noção.
Prefiro acreditar em elfos na Terra Média, bruxos em escola, leão que manda em um mundo todo, coelhos com relógio, espantalho sem cérebro... Enfim, tudo isso é mais que possível se comparado a esse enredo.

Hey! Antes de ir, tenho um convite a fazer! Venha ver o post de amanhã, onde anuncio o nosso novo especial.

Até mais!

1 comentários:

  1. Que capa é essa!? Me deu uma certa aflição. kkkk. Achei muito interessante a historia do livro com essa resenha, parabéns!
    Beijos
    Lú Santana

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