{Resenha} Trilogia A Seleção de Kiera Cass





Ás vezes não entendo por que demoro tanto a ler alguns livros.
Eles ficam parados na minha estante, alguns durante um bom tempo, MESMO, e nem sei bem o porquê e de repente quando resolvo conhecer suas histórias, me surpreendo com algo tão grande e que me apaixono.

E foi o que aconteceu com a série A Seleção.
Eu devo ter essa série, pelo menos mais de um ano na estante, acho que bem mais até. E não sei, algo não me chamava nos livros. Mas enfim, de repente olhei para minha estante e os livros me chamaram.
Quando comecei lembrei-me de um dos motivos por temer essa história:
O triângulo amoroso.
Minha nossa senhora, eu tenho um sério problema com os triângulos. Não que eles não sejam interessantes na história, o meu problema é quando uma das pontas do triângulo fica naquele chove e não molha eternamente sem saber quem é o dono do seu coração, e ai beija daqui, beija dali e isso sem grandes motivos para dúvidas kkkk.

O que não foi o caso de A seleção. Existe o triângulo? Sim. Em alguns momentos me incomodou? Sim, em alguns, mas bem poucos e bastava alguns instantes para eu compreender novamente tudo o que se passava no coração dos personagens.

Vou fazer a resenha dos três primeiros livros de uma só vez. Eu os li em três dias sem parar e não conseguirei fazer uma resenha única para cada um.
De qualquer forma tomarei cuidado como sempre com os spoilers e de qualquer maneira esses livros já não são mais novidade que qualquer coisa que eu fale aqui seja exatamente surpresa, então não corremos grandes riscos, afinal quase todo mundo já conhece essa história e sabe o que vem após o terceiro livro, sendo assim todos sabemos com quem America fica no final.
Espero conseguir transmitir tudo com as resenhas.

Livro Um – A Seleção

Que tipos de dificuldades você já enfrentou na sua vida? Que tipos de sacrifícios estaria disposto a fazer para ter uma vida melhor? O quanto está decidido a deixar para trás em busca do melhor para você e de sua família? O quanto de si mesmo está preparado a perder pelo caminho?

Primeira. Segunda. Terceira. Quarta e quem sabem quantas mais guerras mundiais. O mundo já não é mais o mesmo. As pessoas perderam quase tudo o que tinham. Hoje na atual Illéa, um pedacinho do que foi o antigo Estados Unidos, os habitantes vivem sob o regime de castas, regido pela monarquia.

Chegou o grande momento do príncipe Maxon escolher aquela que seria sua futura majestade, dá-se início a uma nova seleção, onde 35 garotas, uma de cada província, se inscrevem e depois são selecionadas através de sorteio para passarem um tempo no palácio com o príncipe para que ele possa então fazer sua escolha.  

America é uma CINCO, isso significa que ela não tem uma condição de vida muito boa, sua família passa por muitas dificuldades, mas conseguem se manter com muito custo. Eles são artistas e vivem de sua arte. Mas CINCO também é ser melhor que seis, ou sete e pior ainda oito, esses praticamente vivem a margem e nem para se alimentar possuem condições suficientes.
America é uma garota que pode se dizer feliz. Claro, sua vida não é fácil, mas ela tem família em que se apoiar, uma profissão razoável e um namorado pelo qual é apaixonada. O único problema é que Aspen é um SEIS, então esse relacionamento não pode acontecer.

Surge a oportunidade de America se inscrever para a Seleção, sua mãe praticamente a obriga, não dando muitas chances de America dizer não. Mas America nunca quis ser UM. Aspen resolve apoiar e dizer que ela deve participar. Ela acaba cedendo, mais por saber que nunca teria uma chance.
Mas ela estava enganada.
America está dentro. É uma entre as 35 selecionadas. Ela vai para A Seleção.

Deixar seu namorado e família para trás é o momento mais difícil. Mas Aspen em uma crise de orgulho por saber que America ao seu lado teria menos do que já tem, ele termina o relacionamento, fazendo assim com que America veja na seleção a oportunidade de esquecer seu grande amor.

O que ela não esperava era que todo o seu mundo iria mudar e que ela teria que lutar para que o seu interior também não fosse modificado.
Viver cercada pelo luxo, por toda a imponência a assusta, mas ela sabe que não tem chance de vencer A Seleção e de qualquer forma ela não quer isso. America vê a competição como uma forma de ajudar sua família e esquecer seu grande amor.

E indo contra todas as suas expectativas o príncipe não era nada do que ela esperava. Eles acabam se tornando amigos. E America é sincera com Maxon ao dizer que não pretende ganhar. Então eles fazem um acordo.

Livro Dois – A Elite

Muitas meninas já foram eliminadas. Somente seis continuam com a chance de ganhar o coração do príncipe e a coroa.
Dá-se início A Elite.
No livro dois temos uma America mais confusa, mas ao mesmo tempo mais forte.
Um dos motivos de America para participar da seleção era esquecer seu grande amor, mas essa se tornou uma tarefa complicada quando Aspen foi recrutado para guarda real, sendo assim, agora seus caminhos se cruzam mais do que ela gostaria.
America esta dividida: Aspen foi seu primeiro grande amor, seu coração ainda sofre por ele, mas ao mesmo tempo Maxon conseguiu fazer parte de sua vida e entrar em seu coração de uma forma que ela não achava possível.

Mas além de um coração dividido entre o primeiro amor; aquele que ela sabe que pode contar para sempre e aquele que chegou de forma suave e fez morada em seu coração, America continua lutando para não deixar que as coisas que ela sempre acreditou fiquem esquecidas.
E tudo fica ainda mais complicado tendo que lidar com os rebeldes que lutam por ideais pouco claros; colocando em risco a vida de todos dentro do palácio, quando ela percebe que todas as meninas realmente estão dispostas a lutar para serem a escolhida e ela ainda não sabe bem o que quer e quando novas situações surgem, testando novamente tudo o que America sempre acreditou e mostrando que A Seleção não é mesmo uma brincadeira.
Quando ela finalmente toma uma decisão, algo devastador acontece, fazendo assim surgir novas dúvidas. Será que ela realmente conhece o príncipe Maxon?

“Não era como se a minha presença fizesse o mundo dele mais feliz. A sensação que eu tinha era de ser o mundo dele. Não havia explosões. Não havia fogos de artifício. Era uma chama lenta, queimando de dentro para fora.”


Livro Três – A Escolha

America já fez sua escolha, mas agora pode ser tarde de mais se ela não mudar suas atitudes. Como se não fosse suficiente ela precisa lidar com o ódio de um personagem fundamental, personagem esse que a quer fora da seleção. E agora mais do que nunca ela terá que lutar se realmente quiser conquistar de vez o coração e a confiança de Maxon.
A competição está cada vez mais afunilada. Agora só restam quatro meninas. Após os problemas que aconteceram anteriormente, a relação de America e Maxon está um pouco abalada. Ele ainda a ama, mas sabe que precisa encontrar alguém que realmente queira estar ao seu lado e possa aguentar tudo o que a posição ao seu lado exige, e ele não sabe se pode contar com America.
O perigo dos rebeldes também fica ainda maior e nesse último livro America terá que lutar não só para conquistar de vez o coração de Maxon, mas ela terá que lutar para manter tudo o que acreditou e não deixar que mudem o seu caráter, algo que pode se tornar difícil quando ela precisa escolher entre manter-se fiel ao que sempre acreditou ou o coração do príncipe.

O terceiro livro é recheado de novos acontecimentos, novas descobertas e ainda mais perigo. São acontecimentos que nos deixam com o coração na mão e morrendo de medo de virar a página e descobrir o que aconteceu.

A Trilogia

Além de lidar com toda a pressão que é A Seleção, America e todos no palácio precisam viver sob a constante ameaça e lidar com os ataques de rebeles. Ataques esses cada vez mais perigosos, destruidores e mortais. Os ataques mexem com os nervos de todos, deixam algumas meninas apavoradas e fazem America demonstrar ainda mais a sua força. Com o tempo esses ataques vão mudar a sua forma de ver algumas coisas, torna-la ainda mais indesejada no palácio por suas atitudes e trazer novas surpresas, segredos muito bem escondidos e novas alianças.  

O cenário é perfeito: Um coração dividido, disputas políticas, ação e a luta pelo coração do príncipe. Kiera foi perfeita, ao criar uma história, onde a distopia a torna menos previsível e mais instigante, mesclando com o conto de fadas, tornando-a ainda mais leve e encantadora. 

“- Como é amar?- É a coisa mais maravilhosa e terrível que pode acontecer com você. Você sabe que encontrou algo incrível e quer levá-lo para sempre consigo. E um segundo depois de ter aquilo, você fica com medo de perder.”

  
Personagens
Eu fiquei apaixonada pelos personagens do começo ao fim. Claro, fora aqueles que eu odiei. Mas a escrita da Kiera é tão rica, que é impossível não nos sentirmos conectados a cada um deles e acompanhar todas suas dúvidas, seus medos, o amadurecimento...

Alguns personagens crescem ao longo da história, alguns mudam; mostrando uma outra face. E achei isso especial, tornando a história ainda mais bela e real. Afinal é muito fácil julgar alguém por aquilo que ela demonstra ser, mas quando olhamos o interior da pessoa, o que realmente ela sente, o que ela vive de verdade é quando podemos ver o quanto podemos estar enganados a respeito dos outros.
Kiera trabalhou na construção dos personagens de forma aprimorada, lapidando cada um de forma única. Fazendo-nos ver assim características reais em todos eles.
Marlee, Amberly, Lucy, Kriss, Celeste, o Rei, enfim, todos os personagens ganham papel de suma importância na história, tornando-a cada vez mais fascinante.

America me conquistou por completo. Ela é uma personagem real, com suas qualidades, seus defeitos, medos e muitas dúvidas. Claro que em alguns momentos, principalmente no livro dois, por vezes eu queria dar uma boa sacudida nela, mas mesmo assim sempre me mantive ao seu lado. Realmente não eram momentos nem escolhas fáceis. Se colocar no lugar dela se torna fácil e compreender suas dúvidas e medos também. Afinal toda a situação é assustadora.
Mas America me conquistou ainda mais pela prova de seu caráter irrefutável. Ela foi testada em vários momentos, colocada a prova precisando tomar grandes decisões, mas em nenhum momento ela me decepcionou. 
Ela não é nenhum tipo de heroína e nem tem pretensão de ser algo grande. Ela é só uma garota que viu todo o lado da miséria e todas as consequências disso, e simplesmente quer ter a chance de ter uma vida diferente, assim como acha justo que todos tenham essa oportunidade.
Ela entrou para a lista de personagens que eu admiro.

Maxon é o verdadeiro príncipe de contos de fadas, mas um príncipe que poderia ser real. Ele não é perfeito, ele possui defeitos, seus medos, suas fraquezas e um grande coração. Ele é lindo, digno de arrancar suspiros em cada página, mas acho que os suspiros se devem a todas suas outras qualidades: ele é bondoso, extremamente educado, bem humorado, muito inteligente e de uma gentileza sem tamanho.  E com certeza um grande líder.
O que mais me encantou nele foi que desde o começo, quando se apaixonou por America ele deixou clara suas intenções e respeitou o tempo que ela pedia. Mas quando percebeu que America demoraria a tomar uma atitude ele também não ficou parado. Deixou claro para ela o sentido da seleção e que ele estava disposto a encontrar então outra garota, afinal ele não poderia esperar para sempre por sua decisão. Ponto para Maxon.

“Não se preocupe. As melhores pessoas sempre carregam alguma cicatriz.”

Aspen também ganhou meu coração. Um Personagem forte, corajoso, mas que guarda muitos medos, inclusive o de não ser o suficiente para as pessoas que ama.
Outro personagem que em alguns momentos bem quis dar uns tapas, mas também entendia tudo o que ele tinha passado e tudo pelo que ele ainda lutava, e eu queria torcer por ele, mas meu coração estava dividido. Mesmo assim é um personagem que admirei do começo ao fim e ele também não me decepcionou.   Com certeza escolher entre ele e Maxon para o posto de dono do nosso coração fica difícil. Aspen consegue ser tão gentil quando Maxon e também tem um coração enorme. Suas perdas e dificuldades o tornaram um pouco duro e desacreditado na bondade das pessoas, mas ele mesmo assim, consegue superar seus medos e seguir em frente.

Minhas impressões

Realmente Kiera ganhou minha admiração. Escrever uma história com uma mescla de ingredientes tão perfeitos que atrai leitores de diversas idades não é para todos. A história realmente nos conquista pelo seu enredo doce dosando com a distopia, cenas marcantes, diálogos bem criados e personagens de muita fibra. A história não deixaria de ser clichê e previsível para alguns, mas os ingredientes usados pela autora na construção do enredo só tornou a história ainda mais incrível e especial.
A forma com que a autora trabalha os temas e o desenvolveu é perfeita. No primeiro livro temos a parte mais do romance, da dúvida de um coração que conhece duas pessoas especiais. Os temas sociais e políticos são pouco trabalhados. A distopia é tratada de forma mais suave, como um pano de fundo. Então fãs do gênero e que amam histórias como Jogos Vorazes, podem se decepcionar um pouco. Aqui a distopia não é o principal foco. Mas mesmo assim a autora soube trabalhar o tema de uma forma única, suave e mesclando com o romance, fazendo assim a leitura se tornar ainda mais fluida e leve. Com certeza conquistando mais leitores.

Mas a partir do livro dois, o tema é ainda mais desenvolvido e conseguimos perceber ainda mais suas reflexões e comparações. Temos uma mescla perfeita de romance e distopia, com o adicional de conhecermos um pouco mais sobre a verdadeira história de Illéa. O livro também apresenta mais ação, nos deixando sem fôlego em alguns momentos. Assim, a leitura se tornou ainda mais envolvente. Pois não ficamos somente no triângulo amoroso, pois se assim fosse, com certeza a leitura teria se tornado um pouco menos cativante.

No livro três temos um avanço maravilhoso. Todos os temas reunidos de forma única nos conduzem a uma trama recheada de mistérios, ação, romance e reflexões sociais.

É como se ela escrevesse um conto de fadas, mas trazendo para o mundo real e para coisas que infelizmente acontecem em nossa volta, como injustiça, descriminação social, educação, ou a falta dela, realitys show’s e a sua influencia cultural, ou não, rs.
Ao exemplo das castas, é visível a comparação com nossa sociedade em classes A, B , C e daí por diante. E é visível também toda sua preocupação em demonstrar em como essa classificação e separação só tendem a transformar o mundo em um lugar mais injusto.
Outro tema tratado que achei muito interessante, foi educação. Quando o rei cita:
“As pessoas precisam ser levadas no cabresto, com antolhos, como cavalos. Se ninguém guia seus passos, elas se perdem e vão buscar exatamente o que é pior para elas.”
Para mim, pelo menos, fica claro mais uma vez a comparação com o mundo em que vivemos, onde infelizmente a maioria dos países não se preocupa com o investimento a educação, criando assim seres alienados e ignorantes, que claro irão continuar colocando os mesmos governantes no alto.

Com certeza ela fecha a história com chave de ouro e arrancando muitas lágrimas, sorrisos e suspiros.

Sobre o romance nem sei o que falar. Ele é lindo, ele me conquistou e com certeza essa história se tornou uma das minhas preferidas e vou guardar no coração por muito tempo, se não para sempre.
O amor que America e Aspen viveram é algo lindo, algo que mexeu muito comigo. Eu torcia pelos dois, mas para que fossem felizes, mas eu não os queria juntos, como casal, eu entendia o que eles viveram e realmente achava único e uma coisa que nunca poderia se esquecer.
Mas foi o nascimento do amor entre Maxon e America que realmente ganhou meu coração. Não foi aquele amor arrebatador que chega e destrói tudo e se aloja no coração.
Foi um amor calmo, que nasceu após a amizade, e foi fazendo parte da vida deles aos poucos. Foi um sentimento que ambos tiveram que aprender a entender, aceitar e enfrentar.
Aiii eu amo demais esses dois.


Os diálogos são bem escritos e envolventes. Entramos no mundo da seleção e tudo o que ele nos apresenta, e quando damos por conta já terminamos um livro e queremos começar o próximo.

Eu realmente fiquei encantada pela história. Senti um misto de emoções e sensações e com certeza essa história me marcou demais, pela sua beleza, delicadeza, mas também por toda a sua intensidade e mensagens transmitidas ao longo de suas páginas. Então só posso indicar e torcer para que todos amem como eu amei.





Beijossss


8 comentários:

  1. Oi Nanda, eu sou louca pra ler a serie a seleção mas não quero ler pelo celular quero ter os livros nas minhas mãos a Kiera parece ser uma escritora incrível daquelas que escreve estorias que te prendem e essa serie ta ai pra mostrar isso essa serie já esta na na minha lista de leitura a muito tempo e você fez uma resenha incrível amei bjs.

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  2. Eu Amei, sentir várias emoções diferentes com o livro e até me decepcionei um pouco mas não quero dar spoleir do livro, mas super recomendo a triologia que agora na tem também a história da Herdeira que ainda não li mas to ansiosa pra ler , e li a Antologia da Kiera que eu amei conhece a história da Rainha.
    Bjss

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  3. Oie! Ainda não cheguei a ler os livros, mas tenho certo interesse. Entendo isso da gente ter alguns livros na estante e não se interessar pelas obras, aconteceu comigo com algumas leituras, a maioria se deram como ótimas ou ao menos boas.

    Agora, parabéns pelas resenhas! Fico feliz que tenha gostado da ex-trilogia, já que agora tem o quarto volume. Uma dica de um leitor do blog é não fazer resenhas assim, sabe, em conjunto. Mesmo as três resenhas tendo ficado ótimas, é impossível o post não ficar um pouco cansativo devido ao tamanho, entende?

    Abs! ^^

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  4. Post excelente, as resenhas estão completíssimas, um verdadeiro guia. Eu li o primeiro livro da série e amei completamente, uma história rápida, leve, divertida,com traições e romance. Adoro competições, e sempre torci pela América. Os livros da Kiera Cass são totalmente magníficos, quero muito ler os outros.
    Abraços

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  5. O que posso dizer de A seleção? Sou apaixonada. Eu já conhecia há muito tempo, mas só fui ler ano passado quando os livros chegaram na biblioteca da minha escola. Eu realmente me arrependi de ter demorado tanto pra ler, porque foi ótimo e assim que peguei o primeiro livro fui terminando super rápido de tão bom. Já li A Herdeira e infelizmente não é tão bom quanto os outros, mas pelos outros eu acabei gostando mesmo não sendo tão bom. Li alguns contos também e gostei. Ainda não pude ler Felizes Para Sempre, mas é uma meta.

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  6. Teve um epoca que eu esta louca para ler, mas acabei adiando tanto que no final acabei perdendo interesse e hoje já nem tenho mais vontade de ler. A capas de todos são lindas

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  7. Oi!
    A seleção também ficou um bom tempo para começar a ler mais assim que li o primeiro livro me apaixonei pela serie, ela foi muito alem do que imaginava e me surpreendeu a historia foi ficando cheia de intrigas e os personagens foram me conquistando adorei a Marlee e a Celeste !!

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  8. Eu ainda não li a série, mas essas capas são perfeitas e eu me apaixono por capas sim rs.
    Pretendo ler logo!

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